quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A IGREJA E SUAS PRIORIDADES


A IGREJA  E SUAS PRIORIDADES

Texto : “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 
Romanos 12:1”.
A entrega pessoal e incondicional de cada  servo de Deus no altar da adoração a Deus é o caminho para o perfeito exercício da comunhão fraternal e a prática de uma frutífera evangelização.
“Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. 1 Timóteo 3:15”.
A igreja é coluna da verdade, então se uma igreja não anda na verdade nuca poderá ser uma coluna do Senhor.
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18”.
A igreja é edificada sobre Cristo, se uma igreja que diz ser de Cristo, e usa de outros meios e pretextos para que as pessoas “cheguem” a Deus ela está edificada não em Cristo mais no homem.
“Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, Efésios 3:10”.
A igreja é a sabedoria de Deus, então todos precisam ver e conhecer o poder de Deus pela sabedoria da sua igreja, mais o que as igrejas tem mostrado hoje não tem nada ver com o poder do Senhor então vamos rever alguns conceitos da palavra.
“Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. Efésios 5:23”.
Cristo é a cabeça da igreja, então se uma igreja não tem Cristo como cabeça, alguma coisa está errada.
“De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Efésios 5:24”.
A igreja está sujeita a Cristo, como uma igreja pode ser verdadeira se não estiver Sujeita ao Senhor, então essa igreja não é de Cristo, por isso há muitas igrejas tem pregado tantas heresias.
“O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas. Apocalipse 1:20”.
A igreja é o castiçal de Deus, ela tem que levar a luz de Deus para o mundo, não tem como, uma igreja viver em  trevas a não ser que ela não seja do Senhor.
“Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:21-24”.
1º - A igreja foi estabelecida para adorar a Deus.
a)- A visão bíblica da adoração.
“Segundo a definição da bíblica de estudo Pentecostal,” a adoração se constitui de ações e atitudes que reverenciam e horam a dignidade do grande Senhor do céu e da terra. “Ela exige uma entrega de fé ao todo poderoso e um reconhecimento de que Ele é Deus e Senhor”. Essa entrega, no antigo  Testamento, era representada através dos sacrifícios instituídos no Pentateuco, pelos quais o ofertante reconhecia os pecados e se submetia plena e voluntariamente à soberania divina. Mesmo antes das normas dadas por Deus através de Moisés, regularizando o culto divino do povo de Israel, os patriarcas tinham como prática a oferta de holocaustos como testemunho de sua adoração. Ver Gn 12.7,8; 13.4,18; 26.25;33.20.
No Novo Testamento, a adoração é oferecida mediante o eterno e perfeito sacrifício  de Jesus Cristo, que substitui para sempre o sistema de sacrifícios do Antigo Testamento e outorgou ao homem o direito de chegar, com ousadia e liberdade, á presença de Deus. Confira Hb 10.19-23. Segundo Romanos 12.1, adoração é a entrega pessoal e incondicional de todo o  ser “ em sacrifício vivo, santo e agradável  a Deus”. Isso implica em que cada ato praticado, mesmo os considerados mais simples, sob a nova aliança, deve trazer em si o propósito de reconhecer e honrar a Deus como o Senhor soberano sobre todas as coisas.
No encontro entre Jesus e a mulher samaritana (Jo 4.20-24), Ele definiu a adoração como algo que deve ser feito em “espírito e em verdade”. “ Em espírito”,porque não depende mais de elementos litúrgicos externos que visibilizem o propósito do ofertante. É algo do coração, para ser recebido por Deus, e não visto pelos homens. Não é, portanto, a aparência que determina o valor da adoração. É o conteúdo. “ em verdade”, porque deve ser fruto da sinceridade do pecador que, contrito, reconhece a sua total dependência de Deus, mediante a obra vicária de Cristo na cruz. Leia  Lc 18.9-14 e descubra, ali, o contraste entre a hipocrisia do fariseu, e a sinceridade  do publicano, que, humilhado, mas sem qualquer formalismo exterior, dependia unicamente da misericórdia de Deus. Quem foi abençoado?
2- O povo de Israel  chamado a adoração.
O pacto de Deus com Israel tinha como selo a adoração ao seu nome. A chamada de Deus a Moisés, do meio da sarça, no monte Sinai, deixa implícita esta verdade. Em Êxodo 3.12 o Senhor estabelece como sinal do cumprimento de sua promessa de libertação o fato que os israelitas o serviriam no mesmo lugar onde havia chamado a Moisés. Servir, aqui, é plena adoração. Em Êxodo 3.18, ao orienta-lo sobre como dirigir-se a Faraó, ordena que diga “ deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, para que sacrifiquemos ao Senhor, nosso Deus”.
Sacrificar, aqui, é também plena adoração. Posteriormente, quando Moisés e Arão se apresentam ao monarca, afirmam: “ Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto”. Celebrar uma festa. Aqui, é mais uma vez plena adoração. A instituição da primeira páscoa, como símbolo da saída do Egito, teve também o mesmo propósito. Ver Êx. 12.14,25.
Um estudo pormenorizado das leis estabelecidas para governar o povo de Israel revelará que o fim último das determinações ali explícitas era o reconhecimento da grandeza, sabedoria e soberania de Deus no governo do mundo. No entanto, só a construção do tabernáculo, e mais tarde do templo,propiciou a formalização da pratica regular das festas e rituais previstos para a adoração, pública. Ver Lv 23.4-43.
3- A igreja chamada à adoração.
Com a rejeição da Israel ao plano divino, a Igreja deu continuidade ao propósito de Deus. Portanto,uma de suas finalidades é a adoração ao Senhor. Todos os seus atos, diretos ou indiretos, visam reconhecer o governo de Deus sobre ela, através de Jesus Cristo, buscando, em primeiro lugar, a perseverança na comunhão íntima e pessoal com o Altíssimo. Ver 1 Pe 2.5.compare, ainda, com  Efésios 2.21-22 e veja que a igreja é “ a morada de Deus no Espírito”, o que implica em estar plena de sua presença em glória, majestade e poder, manifestando perfeita sintonia entre o Pai e seus adoradores. Confira Jo 4.23.
II. A igreja foi estabelecida para comunhão fraternal
1.    O significado da comunhão.
a Igreja foi, também, estabelecida para exercício da comunhão fraternal entre os crentes. Comunhão é uma palavra grega ( koinonia) que tem a ver com relacionamento espiritual, pessoal e social entre os compõem a comunidade eclesiástica. Compare 2 Co 13.13; Fp 2.12.
É muito mais do simplesmente cumprimentar o irmão  e desejar-lhe felicidades. É um intenso compartilhamento de tudo quanto se relaciona à vida cristã. É palmilhar, lado a lado, a carreira para a qual os crentes foram chamados. É, no dizer de Paulo, alegrar-se com os que se alegram e chorar com  os que choram. Ver Rm 12.15. É, sob outro prisma, Levar as cargas uns dos outros. Confira Gl 6.2.
A igreja primitiva levou a comunhão tão a serio que todos tinham tudo em comum, de modo que não havia nela nenhum necessitado. At.4.32-34. Este é o verdadeiro sentido da comunhão bíblica, que expressa não só mutualidade de sentimentos, mas também compartilha uns com os outros nas suas necessidades. Ver Rm 12.113.
2.    A busca da comunhão. Buscar a comunhão com os demais crentes é uma condição básica para o êxito espiritual de cada crente. O salmo 133 expressa essa necessidade e os resultados daí recorrentes: unção,benção e vida para sempre. A mesma ênfase aparece na oração sacerdotal (Jo 17.20-13).
3.    O exercício da comunhão. A comunhão pode ser exercitada no amor ao irmão mais fraco, que depende de ajuda para manter-se de pé(Rm 14.1,13), no companheirismo que honra o próximo ao invés de si mesmo(Rm 12.10), na solidariedade que assiste o irmão necessitado(Gl 6.10), na pratica da justiça que não toma para si o que é de outrem (Tg 5.4), no uso da misericórdia que aplaca o juízo(Tg 2.13),no cuidado para com os que sofrem(Rm 12.15), na ausência de inveja quanto aos companheiros que galgam patamares mais altos na jornada (Tg 3.14-16) e na semeadura da paz que elimina os facciosismos e promove a unidade entre todos.
III. A igreja foi  estabelecida para a evangelização
1.    O lugar da evangelização. É comum colocar-se a evangelização como a prioridade número um da igreja. Em certo sentido, não deixa de estar correto, pois em relação ao mundo esta é a sua principal tarefa. No entanto, neste comentário ela não foi colocada em terceiro lugar por acaso. Há uma razão. É que a evangelização só terá êxito, se os crentes estiverem bem ajustados quanto aos pontos anteriores. Em “Jo 17.23 esta sequencia aparece de maneira clara:” Eu neles, e tu em mim”(comunhão com Deus); “ Para que eles sejam perfeitos em unidade”(comunhão uns com os outros), e “ para que o mundo conheça que tu me enviaste” (evangelização de resultados). Uma igreja que não adora a Deus e onde não se exercita a comunhão uns com os outros não terá o brilho da verdadeira luz que atrai os pecadores. Ver Mt 5.14-16. Antes de sair ao mundo para pregar, a igreja precisa desenvolver seu relacionamento com Deus e a comunhão entre os membros que a compõem. Isto, por si só, bastará para que ela seja afogueada em seu desejo de ganhar as almas.
2.    A ordenança da evangelização. A evangelização é uma ordenança bíblica dada por Jesus á sua igreja. Ver Mc 16.15. Compare com Mt 28.19 e At 1.8. Deixar evangelizar é o mesmo que passas ao largo, enquanto pessoas estão morrendo, abandonadas sob os escombros de um incêndio. Imagine a cena e sinta a quão dura ela é. Esta é, todavia, a exata situação de muitas igrejas que estão encasteladas em sua opulência, enquanto á sua volta muitos resvalam para o abismo do fogo eterno. Uma igreja assim não merece este título e precisa o quanto antes arrepender-se para não ser achada em falta e sofrer o juízo divino confira Ap 3.14-18.
3.    O imperativo da evangelização. A evangelização é um imperativo porque este é o meio pelo qual os pecadores podem arrepender-se e chegar ao conhecimento da verdade. Ver Jo 6.39-40. Lembre-se que você foi alcançado por ela e, portanto, deve dar continuidade ao processo para que outros sejam também alvos da mesma bênção. Proclamar o nome de Jesus Cristo significa oferecer a única possibilidade de salvação para o perdido. Compare com At. 4.12. se ele não tiver acesso a este nome que salva, estará irremediavelmente condenado.
4.    A evangelização e os seus desdobramentos. Finalmente, a evangelização não se esgota no ato de falar de Cristo a alguém. Ali apenas inicia-se o trabalho. A ordem do Mestre é clara “ Fazei discípulos”. É algo que começa com o anuncio das boas novas e continua até que Cristo seja formado em cada novo  convertido. Temos os seguintes desdobramentos:
A.   Ganhar
B.   Consolidar
C.   Discípular
D.   Enviar
Ganhar, consolidar, discipular e enviar, é, portanto. Prioridades da igreja em sua tarefa de trazer os pecadores para Cristo.
Fechamento
Adorar a Deus, manter comunhão uns com os outros e evangelizar são três tarefas básicas das a igreja não pode abrir mão, a não ser que ela perca a sua identidade e deixe de ser igreja, para torna-se mera organização social, com finalidades seculares. Abandonando os postulados da fé. Neste caso, ela poderá ser tudo, menos o corpo de Cristo na terra.
Quando se fala em adorar a Deus, todavia, não se propõe uma igreja alienada que se exclui dos problemas do mundo. Pelo contrario, o fato de ela viver na dimensão divina fará com que seja movida de compaixão pelos desamparados para alcançá-los com um ministério holístico: espírito, Alma e corpo. As obras mencionadas Poe Tiago como fruto da fé têm a ver com o socorro aos necessitados.
A igreja mais do qualquer organização, precisa ser o exemplo em alvos bem definidos para que sejam estabelecidas estratégias mensuráveis a fim de alcançá-los.isto significa uma evangelização de resultados, onde nada é feito ao acaso, mas,assim como faz o bom jardineiro,cada semente plantada é cercada de cuidados especiais que lhe permitam brotar e crescer.
(extraído revista lições bíblicas). Adaptado por Pastor Junior.


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Mirella louvando ao Senhor

Chame a atenção de Jesus para você, e ele vai mudar sua vida.



TAChame a atenção de Jesus para você, e ele vai  mudar sua vida.

Texto base: Quando eu a ti clamar, então voltarão para trás os meus inimigos: isto sei eu, porque Deus é por mim.(Salmos 56.9)
Introdução: Nos dias de hoje, muitos não tem vivi sua bênçãos por não chamarem a atenção de Jesus para suas vidas,pois segundo a palavra ele está conosco, todo os dias, (Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. Mateus 28:20)
Se  ele está conosco, então precisamos chamar  a atenção dele para nós, mais muitos estão esperando, sem  nem mesmo fazer qualquer tipo de esforço para isso, então nessa noite você vai chamar Jesus para perto de você, amém hoje sua vida vai mudar completamente.
Mais para isso você precisará chamar sua atenção para que vivo o que ele tem para sua vida, mais existe varias situações para que isso aconteça.
1º chame a atenção de Jesus com fé.
.” E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar. Mateus 8:8”.
Esse homem chamou a atenção de Jesus com sua fé ao ponto que Jesus ficou maravilhado, com tamanha fé, ele o que ele veio buscar de Jesus, ele conseguiu, pois sua fé chamou a atenção do Senhor, o que você veio buscar do Senhor ele vai te dá, mais você precisa chamar a atenção dele com sua fé, “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. “Hebreus 11:6.
Hoje Jesus vai mudar sua vida, por causa da sua fé.
2º- persevere em chamar a atenção de Jesus para você.
“E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava.
Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.
E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe,Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou. Lucas 18:37-42”.
Esse cego, sabia que Jesus estava ali diante dele, passava então ele precisava que Jesus, desse a atenção para ele, mais havia muita gente envolta de Jesus, mais ele não desanimo apesar de ser cego ele insistiu, e Jesus o abençoou,  e assim ele vai fazer com você essa noite, se você perseverar.
3º-Romper as barreias para que Jesus, o chame por você e te abençoe.
E uma mulher, que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e gastara com os médicos todos os seus haveres, e por nenhum pudera ser curada,Chegando por detrás dele, tocou na orla do seu vestido, e logo estancou o fluxo do seu sangue.
E disse Jesus: Quem é que me tocou? E, negando todos, disse Pedro e os que estavam com ele: Mestre, a multidão te aperta e te oprime, e dizes: Quem é que me tocou? Lucas 8:43-45”
Essa mulher venceu, todas as barreias para tocar em Jesus, e foi por ele abençoada, Jesus chamou por ela, e sua vida, nunca mais foi a mesma, assim será em tua vida, se você vencer as barreiras para que Jesus mude sua vida, chame  a atenção do Senhor para sua vida, hoje em nome de Jesus.
4-vencer seus limites para que Jesus olhe para você.
E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando.E eis que havia ali um homem chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos, e era rico.E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura.
E, correndo adiante, subiu a um sicômoro bravo para o ver; porque havia de passar por ali.E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.E, apressando-se, desceu, e recebeu-o alegremente. Lucas 19:1-6”
Zaqueu venceu seu limite, pois era pequeno,mesmo assim ele queria que Jesus olhasse para ele, não ficou se lamentando, por ser pequeno mais tomou uma atitude diante da sua vontade, de ver Jesus e ser visto por ele, com isso ele e sua família foram abençoados por ele, e o mesmo ele vai fazer em tua vida, hoje em nome de Jesus.
O que você precisa fazer o hoje para chamar a atenção de Jesus para sua vida, então faça pois ele quer hoje mudar sua vida, vamos agora buscar chamar, Jesus para nossas vidas e nossa vida vai mudar.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

SAIDO DE LO-DEBAR LUGAR DE SUA VERGONHA


SAIDO DE LO-DEBAR
LUGAR DE SUA VERGONHA
2 Samuel 9
ouvir  
E disse Davi: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas?
E havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; e o chamaram à presença de Davi. Disse-lhe o rei: És tu Ziba? E ele disse: Servo teu.
E disse o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus? Então disse Ziba ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.
E disse-lhe o rei: Onde está? E disse Ziba ao rei: Eis que está em casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar.
Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, de Lo-Debar.
E Mefibosete, filho de Jônatas, o filho de Saul, veio a Davi, e se prostrou com o rosto por terra e inclinou-se; e disse Davi: Mefibosete! E ele disse: Eis aqui teu servo.
E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa.
Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?
Então chamou Davi a Ziba, moço de Saul, e disse-lhe: Tudo o que pertencia a Saul, e a toda a sua casa, tenho dado ao filho de teu senhor.
Trabalhar-lhe-ás, pois, a terra, tu e teus filhos, e teus servos, e recolherás os frutos, para que o filho de teu senhor tenha pão para comer; mas Mefibosete, filho de teu senhor, sempre comerá pão à minha mesa. E tinha Ziba quinze filhos e vinte servos.
E disse Ziba ao rei: Conforme a tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim fará teu servo. Quanto a Mefibosete, disse o rei, comerá à minha mesa como um dos filhos do rei.
E tinha Mefibosete um filho pequeno, cujo nome era Mica; e todos quantos moravam em casa de Ziba eram servos de Mefibosete.
Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém, porquanto sempre comia à mesa do rei, e era coxo de ambos os pés.

Mefibosete era um príncipe, e estava vivendo como mendigo, e hoje quantos príncipes de Deus estão vivendo como mendigos, em ló-debar, lugar sem pasto, uma terra seca de miséria, e muitos hoje estão vivendo em condições de miséria total, longe do que seria uma vida digna de um filho de Deus, mais hoje o Senhor vai mudar sua historia em nome de Jesus.
Vamos ver algumas coisas que precisamos vencer para sair da condição de destruição:
1° vencer o espírito coitadinho é miserável  II Samuel 9.8
Esse era sentimento de mefibosete, se sentia um nada, miserável, mais só que Deus não o via assim, para Deus ele era um mais que vencedor,pois é como Deus nos vê, ( Juizes 6.14)
2° vencer o medo pois agora chegou sua vez, II Samuel 9.6
Deus já preparou um novo tempo Para você por isso, comece hoje a tomar posse de tudo que Jesus conquistou para vc, ( Josué 1.1-6). É hoje o dia em que vc começa escrever uma nova história em sua vida em nome de Jesus.
E hoje Deus começa a restituir tudo que lhe foi tirado em nome de Jesus
(II Samuel 9.7).  Isaias 61.7

segunda-feira, 18 de junho de 2012


O endereço da sua vitória, Rua Nova Orque 726, Jd. Presidente Dutra- Guarulhos-SP








quarta-feira, 4 de abril de 2012


O Significado Cristão da Páscoa

A palavra Páscoa vem do hebraico pasaq e quer dizer 'passagem'. Para o cristão, a Páscoa é símbolo da passagem de uma vida de pecado, onde o homem está distante de Deus, para uma nova vida na presença de Cristo. 'Cristo, a nossa Páscoa, foi sacrificado por nós para sermos verdadeiramente livre.

A Páscoa e os Israelitas

A Páscoa (Pessah) deve ser celebrada no 14º dia do primeiro mês do ano, pelo calendário hebraico. Nesta época os escravos eram os israelitas, que não tinham como alcançar sua liberdade, e necessitavam de alguém que fizesse isto por eles. E foi isto que o Senhor fez por Israel. Toda redenção acontece porque um preço é pago

A Primeira Páscoa

A Primeira Páscoa foi comemorada pelos israelitas quando entraram na Terra Prometida, celebrando à passagem da escravidão para a liberdade. Hoje, nós comemoramos a Páscoa para lembrar que Jesus morreu e derramou Seu sangue para nos salvar do pecado, e depois de três dias Jesus ressuscitou, é a passagem da morte para a vida. Vida com Cristo.

A Páscoa - Lição Escola Biblica Dominical E.B.D

A celebração da Páscoa tem a sua origem na Palavra de Deus, e não tem nada a ver com ovos de chocolates ou coelhos. Jesus ressuscitou na Páscoa. Ele morreu para nos dar a vida eterna! A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, uma vida liberta da escravidão do pecado!

Páscoa - O Verdadeiro Significado

A celebração da páscoa para nós, povo de Deus, representa a maior festa cristã onde comemoramos a passagem da morte para a vida. A morte e ressurreição de Cristo que nos libertou do pecado e das maldiçoes... Esse é o verdadeiro significado da Páscoa.

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 1

A partir de Jesus Cristo, a celebração da Páscoa foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em Sua memória. Não mais para relembrarmos a saída do Egito (estado), mas para sempre nos lembrarmos da saída do Egito do pecado, e da liberdade que há na sua morte e ressurreição. É necessário restaurarmos o verdadeiro significado da Páscoa

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 2

O passado foi anulado. Cristo que é a Nossa Páscoa também é a nossa expiação. Isso tudo aconteceu sem qualquer merecimento de nossa parte. Comemorar a páscoa, celebrar a Santa Ceia do Senhor, é lembrar todo o ministério de Cristo e a posição que ocupamos no Reino daquele que nos resgatou das trevas para a sua maravilhosa luz.

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 3

Jesus Ressuscitou. O Sonho não acabou. Jesus Vive. Celebre a verdadeira Páscoa, participe da Ceia do Senhor. Deixe de lado o fermento símbolo da maldade, malícia e impiedade e busque uma vida de Santidade com Cristo.

A Mensagem da Páscoa

Esta é a mensagem da Páscoa, a ressurreição de Cristo, o fim do processo de reconciliação do homem com Deus, ou seja, a redenção do homem. Tudo o que os cristãos que nos trouxeram até aqui viveram, creram, amaram e sofreram jorrou dessa única fonte, a ressurreição de Cristo. Toda a vida cristã é faísca desse fogo, é reflexo do túmulo vazio.


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Estudo sobre Romanos Capitulo 7


Libertados da Lei (Romanos 7:1-11)




Tanto o pecado como a lei são associados à morte (5:12,21; 6:14; 7:10-11; veja Gálatas 3:10). Por outro lado, a fé em Cristo leva à ressurreição e à vida (6:4,8,9,23). É somente em Cristo que morremos à lei e ao pecado para ter a vida.
Não Sujeitos à Lei (1-6)  
“De modo nenhum”: Esta resposta aparece sete vezes no livro (6:2,15; 7:7,13; 9:14; 11:1,11). É uma expressão forte que Paulo usa para evitar conclusões falsas por parte de seus leitores, e normalmente para introduzir uma nova fase do argumento.
Os mortos não são sujeitos à lei (1). Para ilustrar esse fato, Paulo introduz aqui a lei do casamento (2-4). A morte interrompe o laço de lei. As pessoas que já morreram em relação à lei não são mais obrigadas a guardá-la. No meio da ilustração, ele muda o sentido um pouco, mostrando que a pessoa viva (a viúva, neste caso) fica livre para ser ligada a outro (marido). Uma vez morta à lei, a pessoa pode ser ligada a Cristo, mas não pode continuar com a lei e com Cristo ao mesmo tempo.
Esta ilustração serve, também, para frisar a vontade de Deus para o casamento. O casamento é para a vida toda, e deve ser interrompido somente pela morte de um dos cônjuges. O outro (viúvo ou viúva) pode casar-se de novo sem pecar. Mas, se casar de novo enquanto o primeiro marido vive, torna-se adúltera. Neste trecho ele não trata da exceção dada por Jesus em Mateus 19:9. Podemos observar, também, que o laço de obrigação é com a lei conjugal (de Deus), e não somente com o cônjuge. Por isso, a pessoa divorciada geralmente ainda não tem autorização de Deus para casar de novo, e o segundo casamento se caracteriza como adultério (Lucas 16:18; Marcos 10:2-12; veja Marcos 6:17-18; Malaquias 2:14,16).
Antes de uma pessoa morrer para o pecado, o pecado produzia o fruto da morte (5). Depois de ser libertada do pecado e da lei, a mesma pessoa passa a servir a Deus (6). Vive na novidade de espírito (a fé, o evangelho, Cristo), não na caducidade da letra (a lei, o pecado, a morte).
Embora todos nós estivéssemos sujeitos ao pecado, somente os judeus estavam sujeitos à lei que Paulo cita aqui. Ele mostrará no próximo parágrafo a qual lei se refere.
A Lei ≠ Pecado (7-11)
Uma vez que a liberdade da lei é comparada à liberdade do pecado, alguém poderia concluir que são a mesma coisa. Paulo tira essa dúvida: “É a lei pecado? De modo nenhum!” (7). A lei não é pecado, mas ela torna o pecado conhecido. Paulo cita o exemplo de cobiça (7).
Qual lei? Alguns ensinam que alguma parte da lei dada no Monte Sinai continua em vigor hoje. Às vezes, sugerem uma distinção artificial entre a lei de Deus (“moral”) e a lei de Moisés (“cerimonial”), dizendo que esta foi removida enquanto aquela permanece. Paulo acabou de dizer que os judeus não estavam mais sujeitos “à lei” (6) e agora cita um dos mandamentos da mesma lei: “Não cobiçarás”. Este mandamento é um dos dez mandamentos (veja Êxodo 20:17), parte da suposta lei moral. Ainda é pecado cobiçar, mas não por causa da lei antiga. É condenada na Nova Aliança que nos guia (Efésios 5:3).
A lei traz a consciência do pecado (8-9) e é ligada à morte (10-11). Quem busca a vida terá que procurar em outro lugar, pois a lei não traz a salvação.
O Homem Desventurado (Romanos 7:12-25)
Paulo era pecador. A lei era contrária a ele e, porém, realmente santa e justa. O que é santo e justo é, necessariamente, bom. No resto deste capítulo, Paulo procura explicar a relação do pecador à lei, frisando claramente a necessidade de um Salvador.
A Lei é Boa (12-14)
Foi a lei em si que matou Paulo? Não! O pecado causou a sua morte (12-13). O pecado é maligno, enquanto a lei é boa. A lei é espiritual, mas o homem pecador é carnal (14).
A Lei X O Pecado (14-24)
Este trecho desafia o estudante. Paulo fala aqui sobre a sua situação na época que escreveu ou sobre a sua situação no passado, antes de ser salvo por Jesus? Considere:
1. Há uma batalha na vida do cristão, em que este peca e não faz tudo que quer em serviço a Deus (veja Gálatas 5:17; 1 João 1:8-10; Efésios 6:12). Se Paulo falasse aqui apenas desta batalha, daria para entender como a circunstância atual do cristão.
2. Mas Paulo não fala somente de batalha. Fala da escravidão, do domínio do pecado, do fracasso, etc. Estas palavras sugerem a situação dele antes de conhecer Cristo. Note os contrastes na tabela abaixo.
Concluímos, então, que Paulo refere-se, aqui, ao problema do homem pecador sem Cristo. Mesmo o homem que quer fazer o bem não tem força suficiente para vencer o pecado e guardar a lei. “Não há justo, nem um sequer” (3:10). O homem que procura se justificar pelos atos de mérito será vencido pelo pecado e consumido pela morte.
Qual a solução? O entendimento do problema do pecado, que Paulo conseguiu pela lei, leva o pecador ao grito desesperado: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (24)
A Única Resposta (25)
A resposta, a única resposta, a única resposta para qualquer pessoa (tanto judeus como gregos): “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (25). Deixado sozinho, Paulo ainda serviria a Deus com a mente, mas não se livraria do pecado.
Mas ele não foi deixado sozinho. O capítulo 8 mostra como Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) ajuda o cristão a fazer a vontade de Deus.
Antes (sob o pecado/no regime da lei) Agora (sob a graça de Cristo)
Sou carnal (7:14)

Vivíamos segundo a carne (7:5)
Não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito (8:4)
Os que estão na carne não agradam a Deus (8:8)
Se está na carne, não é de Cristo! (8:9)
Não somos constrangidos a viver segundo a carne, que leva à morte (8:12-13)
Nada disponhais para a carne (13:14)
Vendido à escravidão do pecado (7:14)
Outrora, escravos do pecado (6:17,20)
Escravidão da impureza (6:19)
Não somos escravos do pecado (6:6)
Libertados do pecado (6:18,22)
Servos da justiça (6:19)
O pecado habita em mim e controla as minhas ações (7:15-23) O Espírito habita no cristão e o guia (8:9-15)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Lugar de Transformação


Estudo Romanos Cap. 6


Ressuscitados com Cristo (Romanos 6:1-23)
Se a abundância do pecado possibilitou a superabundância da graça (5:20), alguém poderia deduzir, por uma lógica destorcida, que Deus seria glorificado ainda mais pelo pecado do homem. Paulo responde a essa idéia no capítulo 6, mostrando que o propósito da graça é a libertação do pecado.
Ressuscitados com Cristo (1-7)
O servo de Cristo deve viver no pecado para que a graça se torne ainda mais abundante? (1) Absolutamente não! O discípulo de Cristo já morreu para o pecado (2).
O processo de morrer para o pecado é o mesmo que possibilita a vida em Cristo (3-6). Estes versículos são importantes para entender como Deus nos dá a vida, e como participamos da nossa própria salvação. Paulo usa a morte, o sepultamento
e a ressurreição de Cristo para explicar a nossa salvação. Jesus morreu, foi sepultado e depois ressurgiu para uma nova vida. Nós imitamos o exemplo dele. Morremos para o pecado, somos sepultados no batismo e ressuscitados para uma nova vida.
Neste texto, o Espírito Santo colocou o batismo entre o pecado e a vida em Cristo. O batismo não é obra de mérito pela qual a própria pessoa ganha a salvação. É obra de obediência pela qual recebemos o perdão dos pecados pela graça de Deus. Isso não nos surpreende, pois ele falou através do livro sobre a necessidade da obediência (1:5; 2:7-8; 6:16-17; 10:16; 15:18; 16:19,26). Outros textos mostram a importância do batismo para o perdão dos pecados (Atos 2:38; 22:16), para obter a salvação (Marcos 16:16; 1 Pedro 3:21) e para entrar em comunhão com Cristo (Gálatas 3:27).
Esse ensinamento sobre o batismo é importante, mas o argumento principal aqui visa a nova vida da pessoa já ressuscitada. Paulo escreve a cristãos, mostrando a importância de viver como pessoas resgatadas do pecado. O velho homem do pecado foi crucificado com Jesus (6). Deixamos a escravidão ao pecado quando recebemos a justificação (6-7).
A Vida em Cristo (8-11)
Participamos da vida espiritual em Cristo. Ele nos dá: 1. A esperança da vida eterna (8); 2. A vitória sobre a morte (9). 3. A comunhão com Deus (10-11).
O Pecado Não Domina (12-14)
Uma vez ressuscitados com Cristo, cabe a nós rejeitar o pecado. Na nova vida, não devemos deixar o pecado reinar (12). Não devemos nos oferecer ao pecado como servos da iniqüidade (13). O novo homem, ressusci-tado, deve ser servo de Deus (13).
O pecado não domina a pessoa que vive debaixo da graça, como dominava as pessoas que viviam sob a lei (14).
A Liberdade dos Servos (15-23)
A liberdade da lei não autoriza a libertinagem (15). Todos nós somos servos, ou do pecado ou da justiça (16-18). O servo do pecado é “livre” (não participa) da justiça e da vida. O servo da justiça é livre do pecado e da morte (veja versículos 20-23).
Da mesma maneira que dedicamos os nossos corpos ao pecado, no passado, devemos nos dedicar à justiça e à santificação em Cristo (19). O escravo do pecado se afasta da justiça (20). Os resultados são a vergonha e a morte (21,23).
O servo de Deus, porém, foi libertado do pecado (22). O caminho dele leva à santificação e à vida eterna (22-23).
O salário (merecido pelo homem) do pecado é a morte. O dom gratuito de Deus (não merecido pelo homem) é a vida eterna.
Esta vida vem somente por meio de Jesus Cristo (23). Paulo frisa, de novo, o ponto principal desses primeiros capítulos. Tanto judeu como grego depende de Cristo para a salvação. Sem Jesus, ninguém será salvo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Pastor Junior - Convite

Romanos Cap. 5



Jesus Vive para Salvar (Romanos 5:1-21)

No capítulo 5, Paulo destaca o poder de Jesus vivo para ajudar os discípulos perdoados, e apresenta uma série de pontos de contraste entre Adão e Jesus.
O Poder de Jesus Vivo (1-11)
O pecado nos separou de Deus. Agora o resultado da nossa justificação é a comunhão e paz com ele (1). Por intermédio de Jesus, temos a esperança da glória de Deus (2).
Também gloriamos nas coisas que nos levam à esperança: tribulações, perseverança e experiência (3-4). Se, pelo sofrimento da morte, Jesus chegou à glória, nós podemos encarar sofrimento em nossa vida com a mesma confiança ( Hebreus 12:1-3).
Temos convicção da esperança, porque ela se baseia em Deus (5-8):
● Deus derramou o seu amor (5)
● O Espírito Santo revelou este amor (5)
● Cristo morreu por nós quando éramos ainda pecadores (6-8)
● Na morte de Jesus, o amor de Deus foi revelado (8). Que amor sobrenatural! Quando éramos pecadores, lutando contra a santidade e a bondade de Deus, Cristo morreu por nós.
Muito mais agora (9-11). Preste atenção nesses versículos. O ensinamento de Paulo aqui conforta e anima o servo de Deus. No passado, Cristo demonstrou seu poder para salvar os pecadores (inimigos) pela sua morte. No presente, ele demonstra ainda mais poder para salvar os justificados (reconciliados, amigos) pela sua vida. Paulo não vê a obra redentora de Cristo como apenas o sacrifício feito na cruz. Jesus vive e age ao nosso favor. Ele é nosso Advogado (1 João 2:1) e intercede por nós (8:34). Jesus morreu para nos salvar, e vive para nos salvar!
Adão e Jesus (12-21)
Vamos observar primeiro o conteúdo deste trecho, e depois fazer algumas observações sobre as distinções apresentadas.
Adão trouxe o pecado ao mundo, e o pecado trouxe a morte. Todos morrem, porque todos pecam (12).
O pecado já existia antes da Lei dada por intermédio de Moisés, provando que já havia lei governando todos os homens (13-14). A morte já reinou de Adão a Moisés, mostrando que Deus levou em conta o pecado naquela época. Mas, os pecados dos outros não eram o mesmo cometido por Adão. Ele violou uma lei (Gênesis 2:16-17); eles violaram outras.
Adão “prefigurava aquele que havia de vir” (14). Pelo ato único de violar uma lei especial, ele trouxe conseqüências sobre todos. Jesus, como Paulo mostrará nos versículos seguintes, por um ato único de obedecer o Pai, trouxe bênçãos para todos. Como a ofensa trouxe a morte a muitos, o sacrifício de Jesus trouxe a vida a muitos (15).
O dom é superior à ofensa. Uma ofensa causou o sofrimento de muitos. A graça responde a muitas ofensas e traz a justificação (16). Pela ofensa de Adão, a morte reinou sobre os homens. Pelo ato de Jesus, os homens reinam sobre a morte (17).
Participação de morte e de vida (18-19). Neste trecho, Paulo fala de dois sentidos de morte e dois sentidos de vida. Pelo pecado de Adão, a morte física passou a todos os homens. Pela ressurreição de Jesus, todos os homens serão ressuscitados (fisicamente – veja 1 Corínitos 15:20-22). Todos que participaram do pecado participam também da morte espiritual. E todos que participam da obediência de Cristo se tornam discípulos e participam também da vida espiritual.
A lei enfatiza o pecado, mas a graça é maior ainda (20). O pecado reinou na morte, mas a graça reina pela justiça (de Cristo) para a vida eterna (21). A graça e sua recompensa são superiores ao pecado e sua conseqüência!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Estudo Romanos capitulo 4


A Justificação de Abraão (Romanos 4:1-25)
P aulo encerrou o capítulo 3 com a afirmação que a fé confirma e não anula a lei. Ele continua o seu argumento, citando o exemplo do pai do povo da aliança, Abraão. Todos os judeus respeitavam profundamente o pai de sua nação. Mostrando que Abraão foi justificado por fé, e não por obras de lei, Paulo reforça a sua defesa do evangelho entre os judeus.
Abraão justificado por fé (1-8)
Abraão foi justificado por obras de mérito, recebendo o salário justo por suas obras? Não! Deus aceitou a fé dele no lugar de perfeita justiça. Assim Abraão recebeu o favor (graça) de Deus, e não recebeu um salário devido por serviço prestado ao Senhor (1-4). Quando a pessoa confia em Deus, crendo que ele justifica o ímpio, Deus aceita a fé no lugar da justiça (5).
Davi, outro homem muito respeitado entre os judeus, entendeu que um homem abençoado é aquele que recebe o benefício da graça de Deus, o perdão dos seus pecados (6-8). Lembramos que Paulo citou vários salmos para mostrar a culpa do homem (3:10-18); agora cita o salmista para mostrar a dependência de todos na graça de Deus.
Gentios salvos pela fé (9-15)
O pai dos judeus foi justificado pela fé. Como, então, os gentios seriam justificados? Pela lei? Não! Eles também podem ser salvos pela fé.
A circuncisão não salva (9-12). Abraão recebeu a graça de Deus pela fé antes de ser circuncidado (veja Gênesis 12, onde recebeu as promessas, e Gênesis 17, onde recebeu a ordenança da circuncisão 24 anos depois). A circuncisão por si só não serve para nada diante de Deus. É necessária a obediência, andando “nas pisadas da fé que teve Abraão...antes de ser circuncidado” (12).
A lei não salva (13-15). Nem Abraão nem sua descendência receberam o favor de Deus mediante a lei. Se a herança pertencia exclusivamente aos da lei, a promessa e a fé seriam anuladas (compare Gálatas 3:16-18). A lei suscita a ira (15), trazendo conhecimento do pecado (3:20) e encerrando tudo sob o pecado (Gálatas 3:22). Veremos mais sobre isso a partir de 5:13.
Pai daqueles que crêem (16-25)
Abraão é o pai de todos que são da fé, e não apenas daqueles que receberam a lei (16-20). O mesmo Deus que levantou uma nação a um homem “amortecido” (19; veja Hebreus 11:12) poderá levantar uma nação santa de povos já considerados mortos pelos judeus. (O mesmo texto que traz a ordem original da circuncisão, também inclui a promessa ao velho Abraão que seria pai do filho da promessa, e que seria pai de muitas nações – Gênesis 17).
Abraão creu, mesmo nas promessas que pareciam impossíveis, porque confiou em Deus Todo-Poderoso (20-21). Deus aceitou a fé de Abraão como justiça (22).
O mesmo princípio aplica a todos que crêem nas promessas “impossíveis” de Deus, especificamente na ressurreição de Jesus Cristo (23-25). Ele foi: ➊ Entregue por causa das nossas transgressões. ➋ Ressuscitado por causa de nossa justificação.
As nossas transgressões causaram a morte de Jesus. Num sentido, a nossa justificação, feita pelo sacrifício dele, “causou” a sua ressurreição. Uma vez cumprida a sua missão, ele foi ressuscitado de entre os mortos, mostrando para todos a base da esperança dos crentes.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SERÁ QUE DEUS É CULPADO?


SERÁ QUE DEUS É CULPADO?
Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
‘Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?’
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
‘Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?’
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc…
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
‘Um perito nesse assunto deve saber o que está falando’.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: ‘Está bem!’
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
E nós dissemos:
‘Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso’.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
‘Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?’
A resposta dele:
‘Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!’
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz:
‘Eu creio em Deus’.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também ”Crê” em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.
Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.
Não é verdade?
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa…
‘Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas’.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Estudo Romanos capitulo 3


Os Judeus Têm Vantagem? (Romanos 3:1-18)
Uma vez que Paulo mostrou que a atitude e a conduta de cada pessoa distingue entre o judeu verdadeiro e o falso, poderia concluir que os judeus, os descendentes naturais dos patriarcas, não gozaram nenhum benefício especial. Paulo negaria a posição favorecida dos israelitas no plano de Deus? Qual a vantagem dos judeus? Paulo faz praticamente a mesma pergunta duas vezes (versículos 1 e 9), e responde de dois pontos de vista diferente. Primeiro, ele fala sobre a vantagem que Deus deu aos judeus (1-8). Depois, ele olha da perspectiva da realidade do pecado (9-18). Qualquer vantagem que Deus deu foi desperdiçada quando os judeus pecaram.
A Vantagem Dada por Deus (1-8)
Ao revelar a sua vontade numa aliança especial, Deus deu aos judeus uma grande vantagem (2).
O problema dos judeus não veio da parte de Deus. A incredulidade deles trouxe a condenação (3-5). Independente da falta de fé por parte dos homens, Deus continua sendo fiel. Ele é verdadeiro, mesmo se todo homem for mentiroso. Quando reconhecemos o nosso pecado, exaltamos a justiça de Deus. Se há alguma falha na relação de Deus com os homens, a culpa certamente é dos homens. O final do versículo 4 vem da versão grega de Salmo 51:4, uma passagem que mostra que a confissão do pecado do homem glorifica a Deus e realça a santidade e a justiça dele (compare Josué 7:19-20).
Deus é justo em castigar os judeus (5-8). Foi fácil para os israelitas enxergar a injustiça dos gentios e concluir que aqueles pecadores merecessem o castigo. Reconhecer o seu próprio pecado foi muito mais difícil. Se Deus não aplicar a sua lei com justiça aos judeus, ele não teria direito de castigar os gentios (5-6). Entendendo que a santidade de Deus fica mais evidente quando comparada à injustiça do homem, alguém poderia tentar justificar o pecado para dar mais glória a Deus. Paulo rejeita tal raciocínio, dizendo que pessoas que pensam assim merecem o castigo (7-8).
O Pecado Deixou o Judeu sem Vantagem (9-18)
Paulo pergunta outra vez sobre a vantagem do judeu (9). Mesmo recebendo tratamento preferencial de Deus (3:2), o judeu não manteve a sua vantagem. Ele, como também o gentio, se entregou ao pecado.
Paulo cita vários versículos do Antigo Testamento para mostrar que o homem – ou melhor, todos os homens – se condena pelo pecado. Entre as citações são referências aos Salmos (14:1-3; 53:1-3; 5:9; 140:3; 10:7; 36:1) e ao livro de Isaías (59:7-8). Quando consideramos os contexto dessas citações, observamos que falam da insensatez de homens que negam a Deus, até imaginando que os seus atos pecaminosos não serão descobertos ou não receberão castigo.
Como os judeus, todos nós temos recebido vantagens imensas pela bondade de Deus. Ele enviou o seu Filho, e revelou a sua palavra para o benefício de todos os homens. Mas se nós nos enganarmos, ignorando os princípios de Deus ou achando que os nossos pecados não terão conseqüências, anularemos estas grandes bênçãos. Se continuarmos praticando pecados, imaginando que esses erros não trarão castigo, negamos a justiça de Deus e a verdade da palavra dele. “Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem...” (3:3-4).

Justo e Justificador (Romanos 3:19-31)
A justiça de Deus exige pagamento justo pelo pecado (e o salário do pecado é a morte – 6:23). Pelo amor, ele paga o preço, oferece perdão e se torna justificador dos pecadores.
O Que a Lei Faz? (19-20)
A lei não traz a salvação, pois ninguém consegue se justificar por obras de mérito. O que, então, a lei faz? Œ Ela cala a boca de todos os judeus;  Mostra que todo o mundo é culpável diante de Deus; Ž Traz pleno conhecimento do pecado, mas não resolve o problema. A lei pode ser comparada a um médico que diagnostica uma doença, mas não dá nenhum remédio.
Jesus Cristo e a Justiça de Deus (21-26)
A lei e os profetas olharam para a justiça de Deus, mas ela se manifestou sem lei. Mediante a fé em Cristo Jesus, todos que crêem têm acesso à justiça divina (21-22). E todos – judeus e gentios – precisam da ajuda do Senhor, pois todos pecaram (22-23). Paulo destaca a igualdade de judeus e gentios, mostrando que não há diferença:
  • Na culpa: Todos pecaram (23)
  • Na necessidade: Carecem da glória de Deus (23)
  • Na salvação pela graça: Sendo justificados gratuitamente (24)
  • Na salvação por Jesus: Mediante a redenção que há em Cristo Jesus (24)
A salvação em Jesus é maravilhosamente complicada. Deus ofereceu o sangue de Jesus como propiciação (algo que satisfaz a ira divina) pelo pecado (25; veja 1:18,27,32). Mas, para ser eficaz contra o pecado, o sangue de Jesus ainda depende da reação do homem: “mediante a fé” (25). A salvação se torna possível somente quando junta a graça e a fé (Efésios 2:8-9). Em Jesus, Deus manifestou a sua justiça (25). A tolerância não mostrou a justiça. Quando Deus deixou os pecados do homem sem castigo, ele estava segurando a sua justiça. Na morte de Jesus, ele mostrou a sua justiça pois seu Filho recebeu “a merecida punição” dos erros dos homens (veja 1:27).
Deus manifestou a sua justiça e, ao mesmo tempo, tornou-se justificador (26). Aqui encontramos uma das mais ricas expressões do caráter de Deus: “para ele mesmo ser justo e o justificador....” A santidade de Deus exige a justiça, e o amor dele oferece a justificação. Em Cristo Jesus, ele conseguiu conciliar os dois lados essenciais do seu caráter. Foi justo em insistir no pagamento de sangue. Torna-se justificador em oferecer o sacrifício de Jesus no lugar dos homens pecadores.
Orgulho Excluído (27-31)
O homem não tem direito de se gabar, pois não merece nada (27-28). Se Deus é tanto justo como justificador, o homem sem Deus não é nem um nem o outro. Nenhum homem se justifica pelas suas próprias obras. A justificação vem pela fé, independente das obras da leis. Ninguém se salva por obras de mérito em obediência perfeita à lei. O único meio da salvação é a fé em Jesus Cristo. Para ser agradável a Deus, esta fé tem de ser ativa e obediente (veja 1:5).
Paulo volta, mais uma vez, à igualdade de judeus e gentios (29-30). Se a lei não justifica, Deus não é o Deus somente dos judeus. Ele oferece a salvação a todos nos mesmos termos. Nem a lei nem a circuncisão justificará alguém. Deus justifica mediante a fé.
A fé anula a lei? Não! A lei é confirmada pela fé. A lei mostrou o problema, e a fé traz a solução!